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Comércio fecha as portas com rebaixamento de Osvaldo Cruz à fase vermelha do Plano SP

‘‘Não somos os vilões’’ – Agostinho Silvio Caliman (Presidente do SINCOMÉRCIO de Osvaldo Cruz)

O Governo do Estado anunciou no dia 19 de junho que as regiões de Marília e Vale do Ribeira (Registro) regrediram da fase laranja para a fase vermelha no plano para a flexibilização da quarentena devido à piora nos indicadores de saúde. Osvaldo Cruz foi uma das cidades atingidas pela medida.

Em âmbito local, o Prefeito Edmar Mazucato editou um Decreto Municipal, alterando o funcionamento dos serviços considerados não essenciais, revogando o Decreto anterior, que autorizava as lojas a trabalharem com atendimento presencial, mesmo com restrições.

Assim, até o fechamento desta edição (23/06), o retrocesso atingiu as atividades como a venda de roupas, calçados, eletrodomésticos, móveis, perfumes, cama, mesa e banho, entre outros.

Posicionamentos

O Presidente da ACEOC – Associação Comercial e Empresarial de Osvaldo Cruz, Edivaldo Marconato, declarou que o retrocesso para a fase vermelha veio em um momento inoportuno, uma vez que as empresas estavam começando a retomada de suas atividades.

“A medida não foi boa para nós. Não foi boa para a nossa cidade, nem para nosso comércio. No momento do anúncio, estávamos relativamente bem. O Governador se pauta em dados, mas os dados de São Paulo, que é o epicentro da epidemia, não refletem a nossa realidade. Nem os dados de cidades como Marília. Se formos analisar, um local como a capital e a grande São Paulo tem um número muito maior de casos e ocupação de leitos e o Governador mantém essa região na zona laranja, enquanto nós somos sacrificados com o retrocesso à zona vermelha. No caso específico de Osvaldo Cruz, não houve, até o momento da determinação de rebaixamento para a zona vermelha, uma alta significativa no número de casos de COVID-19 e nem um aumento da taxa de ocupação dos leitos na Santa Casa. O prejuízo certamente será grande e quem paga essa conta, principalmente, é o comerciante que nada pode fazer, a não ser acatar essas decisões que para nós, não fazem sentido. Já são praticamente 90 dias, desde o primeiro pronunciamento do Governador. O fechamento do comércio seria para o sistema de saúde se adequar. Ele não fez isso. No fim, quem paga o maior preço é o comércio. A maioria de nós não suporta mais esta situação. É uma conta muito alta a ser paga”, finalizou Marconato.

Já para o Presidente do SINCOMÉRCIO local, Agostinho Sílvio Caliman, é incompreensível o comércio ter que arcar com a maior parte dessa responsabilidade.

“Realmente não dá pra entender o por quê do comércio ser tão sacrificado. Sabemos que existe uma parte da população que não toma as medidas adequadas para a sua proteção e dos demais. Mas eu vejo que as mesmas autoridades que mandam fechar o comércio, deveriam também fiscalizar outras tantas situações. Mas somente nós é que pagamos por tudo. Nós não somos os vilões desta história. Nós só queremos trabalhar. Não é o comércio de rua que causa aglomeração”, declarou Caliman.

Silvinho disse ainda que teme pela sobrevivência de muitas empresas locais: “Como o comércio vai sobreviver sem vendas, sem estar com as portas abertas? Com todas as despesas correndo: aluguel, funcionários, impostos e todas as outras obrigações do dia a dia de um empresário. Então é muito difícil, porque vai acabar respingando em outros setores, inclusive na Administração Pública, porque haverá uma diminuição da arrecadação de impostos. Todos vamos perder”, finalizou.

Cláudio Roberto Tonol, Presidente do Multiplic – Fórum Permanente de Desenvolvimento Econômico e Social também se posicionou em relação às medidas adotadas pelas Autoridades Governamentais: “Osvaldo Cruz estava estável na incidência do vírus. É importante ressaltar ainda que a maioria dos casos que aqui ocorreram foram relacionados ao sistema prisional, tanto os sentenciados quanto os funcionários que trabalham nas unidades da região. Sabemos que a nossa região é limitada quanto ao volume de recursos e talvez, por isso, vemos esse descaso por parte do Governo do Estado. Infelizmente o comerciante já vem sendo extremamente sacrificado. Ele não aguenta mais ficar com suas portas fechadas e honrar com seus compromissos, principalmente com a folha salarial. Então é muito provável que vamos sofrer com mais demissões no  comércio. Infelizmente o cenário é este e não é bom”, afirmou Tonol.

Ainda, segundo o Presidente do Multiplic, os representantes políticos da nossa região deveriam se posicionar em favor dos municípios: “Teríamos que ter um posicionamento mais claro dos Deputados da região, que atualmente desapareceram. Temos Deputados que se auto declaram representantes de Osvaldo Cruz e da região que não se pronunciaram nem uma vez em defesa de nossos interesses. O Governo Estadual se debruça em cima de números, mas quem conhece a nossa realidade são os daqui. E não tivemos a declaração de nenhum dos Deputados que dizem representar nossa comunidade. Por fim, eu vi como precipitada essa decisão do Governador Dória e nós é que estamos pagando essa conta enorme”, finalizou Tonol.

Até o fechamento desta edição, em 23/06, a expectativa era a de que as lojas funcionassem no sistema delivery e drive-thru até pelo menos o dia 29 de junho.  Após a data haveria outra avaliação das autoridades.

 

 

 

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